• 3.505 MW de capacidade instalada de térmicas podem não entrar em operação nos próximos anos
Fonte: ANEEL  Atualizado em: 28/04/2015

Fonte: ANEEL
Atualizado em: 28/04/2015

A partir das informações públicas fornecidas pela ANEEL no Banco de Informações de Geração (BIG), a Comerc produziu um estudo sobre os empreendimentos que ainda não entraram em operação.

Até o final de abril, são 433 empreendimentos eólicos em fase de construção ou com construção ainda não iniciada. A capacidade instalada desses empreendimentos totaliza 10.372 MW.

As usinas eólicas não exigem grandes construções civis se comparadas às hídricas, por isso apenas seis empreendimentos estão atrasados. É importante levar em consideração o fator de capacidade de cada tipo de empreendimento – o das eólicas é na média de 2014 foi de  40%, e as hídricas, 50%, de acordo com o Boletim de Operação das Usinas – CCEE. O fator de capacidade é a razão entre a geração média de uma usina e a capacidade instalada da usina em MW.

Devido a isso, a matriz energética brasileira depende de fontes hídricas e térmicas. As demais são complementares. Das 229 hidrelétricas indicadas no gráfico anterior, incluindo PCHs e CGHs, cerca de 25 PCHs e 10 UHEs estão atrasadas e sem previsão de entrar em operação, ou seja, cerca de 368 MW e 1.018 MW, respectivamente, podem não entrar em operação nos próximos anos.

O mesmo ocorre com as usinas termelétricas: 28 das 154 usinas estão atrasadas e sem previsão para entrar em operação nos próximos anos, totalizando uma potência instalada instalada de 3.505 MW.

Fonte: ANEEL Atualizado em: 28/04/2015

Fonte: ANEEL
Atualizado em: 28/04/2015

No momento atual, em que os reservatórios estão com menor acumulado, a entrada da energia térmica é importante para a manutenção da segurança de atendimento do sistema.

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